Ser procurado não é, por si, má notícia: é a chance de a sua versão entrar na matéria. Mas a chance vira armadilha se você fala no impulso. Como O cliente político candidatos e partidos pesquisam o nome antes de contratar a comunicação, o modo como você responde a a exposição de valores de contrato de publicidade pesa tanto quanto o conteúdo. Existe um jeito de responder que protege — e começa por não responder na hora.
Para o panorama completo, veja o guia de imprensa e notícias.
Prepare a mensagem antes de responder
Com o pedido claro, monte uma mensagem curta, verdadeira e apoiada na cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho. Para o marqueteiro político, dois ou três pontos firmes valem mais que um discurso longo que abre brechas. Com o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos em jogo, defina também o que não vai comentar — e o porquê — para não ser levado a construir a imagem dos clientes e chegar sem nada indexado no próprio nome pela pergunta seguinte.
O que está em jogo, afinal, é o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos.
Descubra o que está sendo perguntado
Saber o veículo e o alcance ajuda a calibrar o tom. Como O cliente político candidatos e partidos pesquisam o nome antes de contratar a comunicação, uma pergunta de um veículo grande sobre a exposição de valores de contrato de publicidade pede mais cuidado que a de um site sem audiência. Como polêmicas de campanha e apurações de gasto expõem o nome, calcular a repercussão provável antes de falar evita alimentar o que não precisava crescer.
Do país inteiro — Campo Grande, Londrina e João Pessoa incluídas — a regra não muda: presença local bem construída protege o marqueteiro político quando o nome é procurado.
No fim, o cliente político candidatos e partidos pesquisam o nome antes de contratar a comunicação.
Depois de responder, acompanhe
Responder não encerra o assunto. Acompanhe como a matéria saiu, se a sua versão foi incluída e se uma acusação de campanha suja atribuída ao seu trabalho vai ranquear na busca do nome. Para o marqueteiro político, com o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos em jogo, se um dado saiu errado, cabe pedir correção com calma, apoiado na cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho, sem recomeçar a briga.
Os passos para responder sem piorar
A pressa do jornalista não precisa virar a sua. Como polêmicas de campanha e apurações de gasto expõem o nome, cada resposta apressada repercute, e construir a imagem dos clientes e chegar sem nada indexado no próprio nome costuma nascer no atropelo. Antes de responder, siga esta sequência:
- anote veículo, jornalista, tema e prazo antes de dizer qualquer coisa sobre o mérito
- descubra o ângulo e o que o jornalista já tem antes de formular a resposta
- defina um porta-voz único e alinhe internamente a mensagem
- monte dois ou três pontos curtos, verdadeiros e apoiados na cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho
- não repita a acusação nas suas palavras e evite o "sem comentários" seco
- retorne no prazo combinado e guarde registro de tudo o que foi dito
No caso do marqueteiro político, ganha fama pelo sucesso alheio mas leva a culpa sozinho quando a estratégia dá errado.
Como encurtar esse caminho com apoio
Cuidar disso sozinho, sob pressão e ainda tocando a própria rotina do marqueteiro político, raramente sai como deveria. Não responder também comunica algo. Silêncio prolongado deixa a narrativa inteira nas mãos de quem atacou primeiro.
Perguntas frequentes
A imprensa procurou marqueteiro político, qual o primeiro passo?
Não responder ao mérito na hora. Anote veículo, jornalista, tema e prazo e diga que retorna. Com o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos em jogo, responder no susto é construir a imagem dos clientes e chegar sem nada indexado no próprio nome.
Depois da matéria, o que faço?
Acompanhe como saiu e, se houver erro, peça correção apoiado na cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho. Como candidatos e partidos pesquisam o nome antes de contratar a comunicação, o que fica indexado pesa muito; construir presença própria impede uma acusação de campanha suja atribuída ao seu trabalho de definir sozinho o nome.
Devo dar entrevista ou soltar nota?
Contra uma acusação de campanha suja atribuída ao seu trabalho sensível, a nota dá mais controle. Como polêmicas de campanha e apurações de gasto expõem o nome, o improviso ao vivo no auge da crise é onde mora o recorte. Escolha o formato que você consegue manter o tom.