Ser mal citado dói mais que uma matéria hostil, porque você colaborou. Mas nem toda distorção é a mesma coisa: há o corte que muda a ênfase, a frase tirada de contexto e o erro que atribui a você o que não disse. Como capta recurso público e privado e uma suspeita de desvio trava a próxima aprovação no nome e com a aprovação de projetos, os patrocínios e o nome no meio cultural em jogo, saber qual dos três aconteceu decide se cabe correção, uma conversa reservada ou apenas construir a sua versão em torno de a reclamação de artistas sobre cachê atrasado num evento.
Se quiser começar pela base, vale passar antes pelo guia de imprensa e notícias.
No fim, o artista pesquisa o produtor antes de confiar a ele a execução de um projeto e a captação.
O que pesa a favor é projetos entregues e prestados, cachês pagos em dia e presença própria bem posicionada.
Primeiro, separe recorte de erro factual
Recupere o registro do que foi dito. Se você gravou a entrevista ou tem trocas por escrito, essa é a sua projetos entregues e prestados, cachês pagos em dia e presença própria bem posicionada de que a citação distorce o original. Para o produtor cultural, ter o material bruto muda o peso da conversa com o veículo. Como capta recurso público e privado e uma suspeita de desvio trava a próxima aprovação no nome, quem guarda o próprio registro negocia de igual para igual; quem não guardou depende da boa vontade do outro lado.
Fale primeiro com quem publicou, sem barulho
Se houve erro factual, o canal certo é reservado: contate quem editou, aponte a passagem, mostre o registro e peça o reparo. Para o produtor cultural, com a aprovação de projetos, os patrocínios e o nome no meio cultural em jogo, a via silenciosa costuma resolver a acusação de inflar orçamento de projeto de lei de incentivo mais rápido que a acusação pública. Como prestações de contas de leis de incentivo colocam a captação do nome sob a lupa, expor o mal-entendido em rede social antes de tentar o conserto direto é deixar um cachê atrasado virar a reputação de calote que espanta parceiros que só amplia a frase infeliz.
Sem uma versão própria, a narrativa fica com quem atacou.
Um exemplo hipotético: alguém em Santos pesquisa o nome do produtor cultural agora; o mesmo se repete em Niterói, cidade por cidade.
Some a isso a rotina de quem pesquisa o produtor antes de confiar a ele a execução de um projeto e a captação, e adiar vira o padrão.
Não repita a frase torta para negá-la
O erro clássico de quem foi mal citado é sair repetindo a citação para dizer "não foi isso que eu quis dizer" — e assim grava ainda mais a acusação de inflar orçamento de projeto de lei de incentivo na cabeça de quem lê. Para o produtor cultural, é melhor afirmar diretamente o que você de fato pensa, apoiado na projetos entregues e prestados, cachês pagos em dia e presença própria bem posicionada, do que ecoar a versão torta. Como O artista pesquisa o produtor antes de confiar a ele a execução de um projeto e a captação, o que fica é a frase, não a negação.
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Quem leu este texto costuma aproveitar também:
- produtor cultural deve assumir a culpa quando o erro foi real
- reputação do produtor cultural como empregador
- como produtor cultural registra provas de conteúdo ofensivo
- como optometrista constrói relação com a imprensa antes da crise
- direito de resposta doula quando e como pedir
O passo seguinte, em sigilo
Uma resposta pontual se perde em dias; ocupar espaço nas buscas sobre o nome do produtor cultural, com constância, é outro trabalho. Não responder também comunica algo. Silêncio prolongado deixa a narrativa inteira nas mãos de quem atacou primeiro.
Perguntas frequentes
Fui mal citado numa entrevista do produtor cultural, qual o primeiro passo?
Separar recorte de erro factual. Recorte de ênfase costuma ser legal; erro que põe na sua boca o que não disse cabe correção. Como capta recurso público e privado e uma suspeita de desvio trava a próxima aprovação no nome, tratar tudo como mentira é deixar um cachê atrasado virar a reputação de calote que espanta parceiros e erra a rota.
Quando isso vira caso para advogado?
Quando é invenção que atribui fala nunca dita, com dano concreto. Com a aprovação de projetos, os patrocínios e o nome no meio cultural em jogo, a ação é legítima, mas como prestações de contas de leis de incentivo colocam a captação do nome sob a lupa, pode reacender a acusação de inflar orçamento de projeto de lei de incentivo. Esgote a via educada antes de escalar.
Como falo com quem publicou?
Em canal reservado, apontando a passagem e mostrando o registro do que foi dito. Como prestações de contas de leis de incentivo colocam a captação do nome sob a lupa, expor o mal-entendido em público antes é deixar um cachê atrasado virar a reputação de calote que espanta parceiros. Um contato cordial preserva a relação para a próxima pauta.