Muita gente só pensa na imprensa quando o telefone toca com uma pergunta ruim. Como O cidadão o cidadão decide se confia no canal pelo que lê sobre o ouvidor, porém, a cobertura de uma crise é filtrada pela relação que já existia. Como casos de repercussão mal encaminhados expõem o nome de repente, sem confiança prévia, cada dúvida do jornalista vira suspeita. Dá para construir essa ponte antes — e ela vale tanto quanto qualquer presença na busca.
Este texto pega um recorte; o assunto inteiro está no guia de imprensa e notícias.
Por que construir antes muda tudo
A relação prévia muda o ponto de partida da cobertura. Para o ouvidor público, um jornalista que já conhece o seu trabalho e a sua histórico de respostas, transparência dos encaminhamentos e presença própria clara liga antes de publicar, ouve a sua versão e cobre a cobrança por uma denúncia que ficou sem resposta com mais equilíbrio. Como existe para dar voz ao cidadão e perde o sentido quando é acusado de proteger quem devia fiscalizar, sem esse histórico, a primeira notícia sai sem você — e correr atrás depois é deixar a acusação de omissão correr sem mostrar o que de fato foi encaminhado.
O erro mais comum aqui é deixar a acusação de omissão correr sem mostrar o que de fato foi encaminhado.
O que pesa a favor é histórico de respostas, transparência dos encaminhamentos e presença própria clara.
Do país inteiro — Teresina, Caxias do Sul e São Luís incluídas — a regra não muda: presença local bem construída protege o ouvidor público quando o nome é procurado.
Some a isso a rotina de quem o cidadão decide se confia no canal pelo que lê sobre o ouvidor, e adiar vira o padrão.
Conheça quem cobre o seu tema
Saber quem escreve sobre a sua área ajuda a construir pontes reais. Para o ouvidor público, conhecer o trabalho de quem cobre a cobrança por uma denúncia que ficou sem resposta — sem tentar comprar simpatia com favores — cria respeito mútuo. Como existe para dar voz ao cidadão e perde o sentido quando é acusado de proteger quem devia fiscalizar, a tentativa de "cooptar" jornalista é deixar a acusação de omissão correr sem mostrar o que de fato foi encaminhado que, quando exposta, vira crise por conta própria.
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O próximo passo, com discrição
Cuidar disso sozinho, sob pressão e ainda tocando a própria rotina do ouvidor público, raramente sai como deveria. Investidores, parceiros e futuros clientes pesquisam antes de fechar negócio. O que aparece nessa pesquisa importa tanto quanto o produto ou serviço.
Perguntas e respostas
E se eu nunca dei atenção à imprensa até agora?
Dá para começar, mas não no meio da crise. Como sobe quando uma denúncia de peso vira notícia, a próxima onda volta; construir acessibilidade e presença própria apoiada na histórico de respostas, transparência dos encaminhamentos e presença própria clara agora prepara o terreno para a vez em que a cobrança por uma denúncia que ficou sem resposta pesar de novo.
Como construir essa relação na calmaria?
Sendo acessível nas pautas comuns, cumprindo prazo e nunca mentindo. Para o ouvidor público, oferecer pauta boa apoiada na histórico de respostas, transparência dos encaminhamentos e presença própria clara constrói confiança; só aparecer para se defender é deixar a acusação de omissão correr sem mostrar o que de fato foi encaminhado.
Posso agradar o jornalista com favores?
Não. Como existe para dar voz ao cidadão e perde o sentido quando é acusado de proteger quem devia fiscalizar, tentar comprar simpatia é deixar a acusação de omissão correr sem mostrar o que de fato foi encaminhado que pode virar crise se exposto. O respeito vem de ser fonte séria e transparente, não de agrados — e como o cidadão decide se confia no canal pelo que lê sobre o ouvidor, isso rende cobertura mais justa.