A hora de construir relação com a imprensa não é durante a crise — é muito antes. Para a joalheria, aparecer só quando um relato de dúvida sobre a autenticidade de uma peça explode, cobrando um jornalista que você nunca respondeu, é tratar uma dúvida sobre autenticidade como ofensa em vez de esclarecê-la. Como vende confiança em cada peça cara, e uma dúvida sobre autenticidade destrói a segurança do cliente na hora, e com a confiança para vendas de alto valor e peças de emoção em jogo, quem chega à crise com relação já feita é ouvido com mais boa vontade quando mais precisa.
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Ofereça pauta boa, não só apague fogo
Pauta positiva também constrói a busca. Como aquece em datas de presente, como noivados e fim de ano, quando o interesse pelo nome sobe, é melhor que existam matérias de contexto além de uma reclamação sobre um conserto malfeito de joia. Apoiar essas pautas na procedência das peças, certificados e presença própria bem avaliada dá ao jornalista motivo para procurar você em tempos bons — e o hábito de ouvir a sua versão fica pronto para os ruins.
Conheça quem cobre o seu tema
Saber quem escreve sobre a sua área ajuda a construir pontes reais. Para a joalheria, conhecer o trabalho de quem cobre um relato de dúvida sobre a autenticidade de uma peça — sem tentar comprar simpatia com favores — cria respeito mútuo. Como vende confiança em cada peça cara, e uma dúvida sobre autenticidade destrói a segurança do cliente na hora, a tentativa de "cooptar" jornalista é tratar uma dúvida sobre autenticidade como ofensa em vez de esclarecê-la que, quando exposta, vira crise por conta própria.
No fim, o cliente pesquisa a idoneidade da loja antes de uma compra de alto valor.
O que está em jogo, afinal, é a confiança para vendas de alto valor e peças de emoção.
Um exemplo hipotético: alguém em Sorocaba pesquisa o nome da joalheria agora; o mesmo se repete em Contagem, cidade por cidade.
O erro mais comum aqui é tratar uma dúvida sobre autenticidade como ofensa em vez de esclarecê-la.
Honestidade é o que sustenta tudo
Ser honesto inclui admitir o que não sabe e não prometer o que não pode. Como O cliente pesquisa a idoneidade da loja antes de uma compra de alto valor, a credibilidade construída na verdade é o que faz a sua versão de uma reclamação sobre um conserto malfeito de joia pesar na crise. Apoiada na procedência das peças, certificados e presença própria bem avaliada, a honestidade cotidiana é o alicerce que nenhuma técnica de comunicação substitui.
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O jeito de agir sem alarde
Quem está dentro da crise quase nunca tem a distância para conduzi-la com frieza — e o tempo, aqui, joga contra. A imprensa não é adversária por padrão — uma resposta bem construída pode virar aliada na cobertura seguinte do mesmo assunto.
Perguntas rápidas
A relação substitui a presença na busca?
Não. Como O cliente pesquisa a idoneidade da loja antes de uma compra de alto valor, o que se encontra ao pesquisar o nome depende de conteúdo próprio apoiado na procedência das peças, certificados e presença própria bem avaliada. A relação abre a porta para ser ouvido; a presença própria ocupa o espaço de uma reclamação sobre um conserto malfeito de joia.
Boa relação impede matéria negativa?
Não. O jornalista sério cobre um relato de dúvida sobre a autenticidade de uma peça de qualquer forma. O que a relação faz é assegurar que a sua versão seja ouvida e que a cobertura parta de mais equilíbrio — não é manchete comprada.
Como construir essa relação na calmaria?
Sendo acessível nas pautas comuns, cumprindo prazo e nunca mentindo. Para a joalheria, oferecer pauta boa apoiada na procedência das peças, certificados e presença própria bem avaliada constrói confiança; só aparecer para se defender é tratar uma dúvida sobre autenticidade como ofensa em vez de esclarecê-la.