Fofoca e jornalismo não jogam o mesmo jogo, e confundir os dois leva a reagir errado. Um post de entretenimento sobre um bate-boca com jornalista em coletiva viralizado raramente tem apuração, costuma inflar o que puder e prospera quando o citado morde a isca. Como crises de comunicação transformam cada frase da coletiva em manchete, mexer no que vive de engajamento pode dar a ele um público que não teria sozinho. A comparação com a imprensa séria guia a resposta certa.
Este texto pega um recorte; o assunto inteiro está no guia de imprensa e notícias.
De Belo Horizonte e Porto Alegre, a lógica é a mesma: o público procura o nome junto da cidade, e é ali que a reputação do porta-voz do governo se decide.
Vale lembrar do gatilho: crises de comunicação transformam cada frase da coletiva em manchete.
No fim, a imprensa pesquisa o porta-voz antes de dar peso ao que ele anuncia em nome da gestão.
Como saber se a estratégia está funcionando
Acompanhe também se a acusação de mentir para blindar o chefe numa crise deixou de ser recuperado quando o interesse esfria. Uma fofoca perde força quando ninguém mais a repete. Como esquenta em crises de governo e em coberturas de grande repercussão, o teste real chega no próximo pico: se o nome do porta-voz do governo chega até ele com base própria pronta, o boato não acompanha. Apoiar essa leitura na histórico de informações confirmadas, postura firme com a imprensa e conteúdo próprio atualizado do monitoramento evita tanto o pânico quanto a falsa calma.
No caso do porta-voz do governo, empresta a voz para tudo que a gestão anuncia e cada versão desmentida cola no seu nome.
Construir presença vale mais que caçar o blog
Contra uma página de fofoca, a arma mais forte raramente é atacá-la — é fazer o nome do porta-voz do governo ter presença própria tão sólida que o boato não alcance o topo. Para o porta-voz do governo, publicar conteúdo verdadeiro apoiado na histórico de informações confirmadas, postura firme com a imprensa e conteúdo próprio atualizado faz uma declaração oficial desmentida pelos fatos no dia seguinte ficar submerso pelo que é seu e bem posicionado. Como A imprensa pesquisa o porta-voz antes de dar peso ao que ele anuncia em nome da gestão, o que domina a busca é o que define a impressão.
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Quando delegar essa parte protege mais
Uma resposta pontual se perde em dias; ocupar espaço nas buscas sobre o nome do porta-voz do governo, com constância, é outro trabalho. Não é preciso entrar com processo para ocupar espaço nas buscas — a Inovai atua no campo do conteúdo, não do litígio.
As dúvidas mais comuns
Um blog de fofoca publicou sobre do porta-voz do governo, respondo como faria com um jornal?
Não. A fofoca vive do seu revide, e tratar os dois igual é defender uma versão insustentável e ficar com o desmentido colado ao nome. Meça o alcance primeiro: como A imprensa pesquisa o porta-voz antes de dar peso ao que ele anuncia em nome da gestão, o que pesa é se uma declaração oficial desmentida pelos fatos no dia seguinte é encontrado na busca, não só se existe.
Como sei que está funcionando?
Pela primeira página do nome: uma declaração oficial desmentida pelos fatos no dia seguinte descendo e o seu conteúdo subindo. Como esquenta em crises de governo e em coberturas de grande repercussão, o teste real é o próximo pico chegar com base própria pronta, não a retratação do blog de fofoca.
A fofoca é mentira, não posso processar?
Se uma declaração oficial desmentida pelos fatos no dia seguinte é calúnia, exposição indevida ou invenção com dano, há via legal com um advogado. Mas como crises de comunicação transformam cada frase da coletiva em manchete, o processo pode dar visibilidade ao que ninguém via. Com a credibilidade da palavra oficial e a confiança da imprensa em jogo, pese o ganho real contra o risco.