Na maioria das crises, o dano maior não vem de uma acusação de campanha suja atribuída ao seu trabalho em si, e sim da reação a ele. O impulso do marqueteiro político de responder na hora, expor detalhes ou brigar em público costuma dar mais alcance ao problema. Como ganha fama pelo sucesso alheio mas leva a culpa sozinho quando a estratégia dá errado, entender o que amplia a crise é tão importante quanto saber o que dizer — porque o erro de construir a imagem dos clientes e chegar sem nada indexado no próprio nome é justo aqui.
Antes de seguir, o guia completo de gerenciamento de crise dá o quadro geral.
O que pesa a favor é cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho.
Brigar com quem publicou
Partir para cima do autor de a exposição de valores de contrato de publicidade costuma dar palco ao que se queria enterrar. Como polêmicas de campanha e apurações de gasto expõem o nome, cada réplica pública é um sinal a mais de relevância, e o conteúdo sobe em vez de descer. Discrição rende mais que estardalhaço quando o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos está em jogo.
Seja em Ribeirão Preto e Caxias do Sul ou no interior, quem busca o nome do marqueteiro político some a cidade à pesquisa — e lê o que estiver no topo.
No fim, o cliente político candidatos e partidos pesquisam o nome antes de contratar a comunicação.
Tratar toda crítica como perseguição
Nem tudo merece resposta pública, mas ignorar por completo também cobra seu preço. O silêncio prolongado diante de a responsabilização por uma peça polêmica que viralizou deixa o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos exposta e a narrativa livre. O equilíbrio é responder o que tem peso, com sobriedade, e deixar de lado só a provocação vazia.
O que está em jogo, afinal, é o prestígio que sustenta os cachês e novos contratos.
Expor detalhes para "provar" o seu lado
Quem lê não está julgando quem tem razão nos mínimos detalhes; está julgando a postura. Guardar cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho para os canais certos e manter a fala pública sóbria protege mais do que despejar tudo de uma vez em cima de uma acusação de campanha suja atribuída ao seu trabalho.
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Como cuidar disso sem se expor
Construir uma versão própria bem posicionada, ao lado do que já existe, pede volume de conteúdo que ninguém sustenta sozinho. Crise não espera; cada dia sem resposta é mais uma página só do lado do problema. A Inovai constrói essa resposta em ritmo profissional, não no tempo livre de quem já está sobrecarregado.
Dúvidas que sempre aparecem
Qual o maior erro do marqueteiro político numa crise?
Reagir no impulso. Responder uma acusação de campanha suja atribuída ao seu trabalho com raiva, antes dos fatos, entrega a o cliente político um descontrole que pesa mais que a acusação e alimenta o problema.
Posso expor detalhes para provar que estou certo?
Evite. Expor o caso de a responsabilização por uma peça polêmica que viralizou dá mais material ao problema e passa a imagem de quem quebra sigilo sob pressão. Guarde cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho para os canais certos.
Prometer resolver rápido acalma a crise?
Só se a promessa valer. Palavra não cumprida vira a segunda crise. Diga apenas o que se sustenta em cases próprios, método transparente e presença que apresente o trabalho e evite o erro de construir a imagem dos clientes e chegar sem nada indexado no próprio nome de vender o impossível.