Comitê de crise soa grande, mas para o âncora de jornal pode ser um punhado de pessoas com papéis claros. O que importa é decidir antes quem responde por quê: quem apura os fatos, quem fala com o público, quem cuida do jurídico. Sem isso definido, a acusação de favorecer um lado numa cobertura pega todo mundo se olhando — e pesquisa o âncora antes de decidir de qual jornal vai acreditar enquanto ninguém responde.
Para o panorama completo, veja o guia de gerenciamento de crise.
Um exemplo hipotético: alguém em Maceió pesquisa o nome do âncora de jornal agora; o mesmo se repete em Santos e Salvador, cidade por cidade.
Revisar o plano com o tempo
Um plano engavetado envelhece. Contatos mudam, canais mudam, uma gafe ao vivo recortada e viralizada de hoje não é o de dois anos atrás. Revisar de tempos em tempos mantém o comitê pronto de verdade. Como esquenta em coberturas eleitorais e em grandes crises noticiadas, vale rever às vésperas das épocas de maior exposição, quando pesquisa o âncora antes de decidir de qual jornal vai acreditar pesa mais.
Some a isso a rotina de quem pesquisa o âncora antes de decidir de qual jornal vai acreditar, e adiar vira o padrão.
O erro mais comum aqui é deixar um comentário fora de contexto minar a imagem de imparcialidade.
Vale lembrar do gatilho: coberturas eleitorais e crises nacionais expõem cada palavra no ar.
Quem decide o quê
Separe decisão de execução. Uma pessoa decide o rumo diante de um comentário pessoal no ar visto como parcial; outras executam. Misturar as duas coisas gera ruído e atraso, e pesquisa o âncora antes de decidir de qual jornal vai acreditar enquanto o comitê discute. A clareza de quem manda em cada frente é o que dá velocidade sem perder o controle da versão.
Construa a base própria em paralelo
Plano de crise responde à emergência; presença própria evita que a emergência domine sozinha a busca. Enquanto monta o comitê, o âncora de jornal deveria também publicar conteúdo próprio e verdadeiro sobre o nome, para que um comentário pessoal no ar visto como parcial não apareça num vácuo. Como representa a credibilidade do telejornal e cada deslize no ar pesa sobre o nome e a emissora, base construída antes é o que dá tempo de reagir depois.
O que o plano precisa ter escrito
Escreva também o que não fazer. Um plano que só diz "aja" repete o erro de deixar um comentário fora de contexto minar a imagem de imparcialidade. Liste os movimentos proibidos — reagir com raiva, expor detalhes, brigar com quem publicou um comentário pessoal no ar visto como parcial — para que, no susto, o âncora de jornal tenha um freio pronto, e não só um acelerador.
Por que ter um plano antes da crise
Plano de crise é como extintor: ninguém quer usar, mas ter perto muda tudo. Quando um comentário pessoal no ar visto como parcial estoura, quem já definiu papéis ganha horas preciosas; quem não definiu repete o erro de deixar um comentário fora de contexto minar a imagem de imparcialidade. Como representa a credibilidade do telejornal e cada deslize no ar pesa sobre o nome e a emissora, essas horas são a diferença entre conduzir a narrativa e correr atrás dela.
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O passo seguinte, em sigilo
Construir uma versão própria bem posicionada, ao lado do que já existe, pede volume de conteúdo que ninguém sustenta sozinho. As primeiras horas de uma crise costumam definir o tamanho dela depois. A Inovai começa a atuar assim que o diagnóstico termina.
O que mais perguntam sobre isso
Com que frequência revisar o plano?
De tempos em tempos e após cada crise vivida. Contatos e a acusação de favorecer um lado numa cobertura mudam, e cada episódio ensina algo. Como coberturas eleitorais e crises nacionais expõem cada palavra no ar, é melhor rever antes da próxima onda de exposição.
O que o plano de crise precisa conter?
Papéis, canais, uma cronologia pronta para preencher e o que proteger primeiro, como a autoridade da bancada e a confiança do público e trajetória de imparcialidade, condução firme e conteúdo próprio bem posicionado. E também a lista do que não fazer, para frear o impulso.
Âncora de jornal precisa mesmo de um comitê de crise?
Precisa de papéis claros, mesmo que sejam poucas pessoas. Como representa a credibilidade do telejornal e cada deslize no ar pesa sobre o nome e a emissora, quando um comentário pessoal no ar visto como parcial chega, o que salva horas é já saber quem apura, quem fala e quem decide.